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6 de abril de 2016

Nova York: 9 razões para trocar Manhattan pelo Brooklyn

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iStock/ventdusud

Ok, não precisa levar ao pé da letra e não pisar em Manhattan, óbvio. Mas a ideia aqui é fazer o que os novaiorquinos há tempo já fazem: dormir no Brooklyn e atravessar a ponte para Manhattan (com a malha metroviária de lá, fácil, fácil). E também, por que não, explorar também o lado de lá que está cada vez mais interessante. Por que você faria isso? Vamos lá:

1. Aproveitar oportunidades.
Está cheio de passagem barata para Nova York, mas a noite em um hotel de Manhattan é muito mais cara que a de um similar no Brooklyn. A única questão aqui é estudar bem a localização. Fica perto de uma estação de metrô? Ou de algum ponto turístico? Perto de bairros legais como Williamsburg, DUMBO, Park Slope, Carroll Gardens ou Brooklyn Heights? O fato é que o Brooklyn é três vezes maior que Manhattan. Tecnicamente, inclusive, nem é um bairro de Nova York, mas outra cidade.

2. Do Brooklyn você tem a melhor vista do mundo: o skyline de Manhattan.
E mesmo que você não fique no Brooklyn, vai certamente atravessar de ferry do Pier 11 de Wall Street para o Brooklyn Bridge Park e ver a imagem mais instagramável dos arranha-céus.

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iStock/ozgurdonmaz

E no verão até tem “praia”!

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iStock/wdstock

3. Tem o seu próprio “Central Park”.
O parquezão do Brooklyn chama-se Prospect Park. É maior que o Ibirapuera, mas menor que o Central Park (os dois, inclusive são obra dos mesmos arquitetos: Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux). Tem lagos, bosques, zoológico, jardim botânico. Só não tem turista.

 

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iStock/beklaus

4. Cultura não falta deste lado da ponte.
O Museu do Brooklyn tem a segunda maior coleção de arte da cidade, com 1,5 milhão de peças do Egito Antigo a obras-primas de Degas ou Cézanne; o BAM (Brooklyn Academy of Music)  com riquíssima programação de concertos, teatro e dança; tem as galerias de arte do DUMBO; tem toda cena alternativa de Williamsburg.

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iStock/littleny

5. Tem balada boa.
Williamsburg é uma continuação natural do East Village, em Manhattan. Literalmente, para quem pega o metrô L, um verdadeiro “expresso da balada” que começa no badalado Meatpacking District, passa pela Union Square, segue pelo East Vilage e desemboca imediatamente depois na Bedford Avenue, a avenida-espinha-dorsal de Williamsburg.

6. É legal para passear também durante o dia.
Todas as transversais da Bedford estão repletas de lojinhas interessantes, galerias de arte, cafés animados. Aos sábados, andando em direção ao rio, chega-se ao Smorgasburg um enorme mercado de comidinhas de rua no East River State Park. Aos domingos, este mesmo mercado rola em Prospect Park.

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iStock/Nicola Ferrari

7. Tem restaurantes estrelados.
Trata-se da Chef’s Table do Brooklyn Fare, o diminuto 3 estrelas Michelin que funciona dentro de um mercado chique do bairro. É preciso reservar meses antes um dos 18 lugares e testar os cerca de 20 pratos do menu degustação do chef Cesar Ramirez.

8. A cervejaria mais amada de Nova York fica no Brooklyn.
Provavelmente você já tenha provado uma Brooklyn Lagger. Querendo tomar direto da fonte, cervejaria Brooklyn Brewery, em Williamsburg, tem tours gratuitos – outros mais longos e pagos. Mas vamos ao que interessa: o Tasting Room onde se pode provar as cervejas também funciona às sextas à noite e aos sábados e domingos durante o dia.

9. Tem um dos melhores rooftops de Nova York.
Oh, yes. Vá ao bar da cobertura do Wythe Hotel e depois me conta.

Cindy Wilk
Cindy Wilk

Cindy rodou mais de 40 países, ama praias e desertos, acha a Ásia o continente mais aconchegante do mundo e não pretende parar nunca de viajar para escrever e escrever para viajar. Autora de Endereços Curiosos de Londres (Panda Books) e Volta ao Mundo em 101 Dicas (Ediouro), colaborou para várias publicações de viagem e foi diretora de redação da revista TAM nas Nuvens.